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Escrito por ldh
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Ter, 09 de Outubro de 2012 09:07 |
Centrado em dois factores reconhecidos como estranguladores duma prestação de justiça de excelência e de resultados - a falta de celeridade processual e a pouca qualidade da justiça – decorreu de 13 a 14 de Setembro deste ano, em Maputo, o Primeiro Congresso para a Justiça, sob a orientação da Ordem dos Advogados de Moçambique.
No encontro participaram políticos incluindo o Presidente da República, na qualidade de magistrado número um da nação, advogados, académicos, empresários, activistas das organizações da sociedade civil (ONG’s) que trabalham na área de ligada aos Direitos Humanos, entre as quais a Liga Moçambicana dos Direitos Humanos (LDH), magistrados judiciais e do Ministério Público, estudantes de Direito, jornalistas e outros.
Discursando na sessão de abertura, o Bastonário da Ordem dos Advogados de Moçambique (OAM), Gilberto Correia, sublinhou que volvidos 37 anos de independência nacional ainda temos uma justiça cara, de difícil acesso e extremamente morosa.
Correia recordou que a maior parte do povo moçambicano ainda não submete os seus litígios ou disputas ao judiciário, mas mesmo assim, este já demonstra sinais evidentes de fadiga, de congestão e de dificuldade em responder em tempo útil , à actual demanda de procura dos seus serviços.
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